Seu Pênis Grande e Grosso

A amiginha da minha irmã
Aumento Peniano

Com doze anos eu já era sacana, antenado em sexo, amigo da punheta e louco para ter minha primeira experiência. Minha irmã, um ano mais velha, já era bem gostosinha, peitinhos crescendo, bundinha empinada e coxas bem cheiinhas.

 

 

Nunca pensei em nada com minha irmã, apenas, sempre que tinha oportunidade, cheirava sua calcinha usada, sentindo um cheiro que me deixava louco de tesão. Não digo que não me masturbava pensando nela, mas mais do que isto nunca.

 

 

 

Um fim de semana, Jussara, minha irmã, trouxe para ficar em casa uma colega de escola, Lidiane. Loirinha, alta, com peitos já feitos, uma bunda de enlouquecer e um sorriso lindo.

 

Ficamos de conversa os três, falando de namorados, beijos e experiências. Minha irmã, que surpresa, contou que seu namorado, Jorginho, já tinha beijado suas tetas e passado a mão em sua bunda, mas que não deixara nem chegar perto do seu buraquinho. Lidiane, acho que para não ficar por baixo, disse que deixara seu ex-namorado encoxá-la, além de chupar seus peitos, que ele, também, tinha posto o pau entre suas coxas, acabando nelas. E, eu, que não tinha nada para contar?

 

 

 

Falei que queria, mas não tinha ainda, dado beijo de língua, chupado peitinhos, linguado bucetinhas, e, principalmente, meu grande desejo, posto meu pau dentro de uma bundinha apetitosa. Jussara e Lidiane riram muito e ficou por isto.

 

 

 

De madrugada, fazia muito calor, mês de janeiro, desci para tomar água na cozinha. Lidiane estava lá, também, com sede e procurando um refrigerante na geladeira. Vestia um baby doll transparente que deixava ver, pontudinhos seus peitos, uma calcinha mínima, branca e a sombra tentadora dos pelos loiros de sua buceta. Meu cacete endureceu na hora. Ofereci-lhe Coca-Cola e dividimos uma latinha, sentados na mesa da cozinha. Não resisti e falei que estava morrendo de tesão por ela, que era muito gostosa e que ficaria feliz se, ao menos, ela me deixasse beijá-la. Ela riu e falou que faria mais, que me achava um gatinho, e que me ajudaria a ter meu primeiro contato com uma mulher.

 

 

 

Abracei-a e comecei a beijá-la. Ela abriu a boca e puxou minha língua para dentro dela. Fiquei excitadíssimo e minha mão foi direto para suas tetas, por sobre o baby doll, enquanto a dela, abaixou a calça do meu pijama, e encontrou meu pinto, que começou a alisar. Com voz rouca Lidiane falou para irmos para o meu quarto, porque alguém poderia aparecer. Nem acreditei, aquela delicia ia para o meu quarto. Subimos as escadas, ela na frente e eu com as mãos na sua bunda.

 

 

 

Já no quarto, a loirinha deliciosamente tirou o baby doll e ficou só com a mini-calcinha. Deitou na minha cama, me puxou para cima dela, tirou a calça e depois a camisa do pijama e começou a me beijar, no pescoço, no peito, chupou meus peitos, enquanto sua mão me punhetava. Não agüentei e acabei num jorro de porra. Lidiane lambeu a mão cheia de sêmen, falando que era uma delicia.

 

 

 

Minha boca e língua sugavam os peitos dela, enquanto meu cacete crescia de novo. Tentei tirar a calcinha dela, mas ela disse que não, mas que eu poderia lamber suas coxas, e enfiar o cacete entre elas. Foi uma delícia, minha língua correndo por entre aquelas pernas macias. Subi até a calcinha, afastei-a um pouco e chupei o liquido que escorria, por entre os pelos loiros. Ela gemeu de prazer, abriu mais as pernas e falou para eu chupar sua buceta.

 

 

 

Nunca tinha sonhado com isto, o máximo que sabia era o que vira em filme pornô. Linguei seu grelo, achei, não sei como, seu clitóris durinho, que chupei como um louco. Sua buceta amoleceu, de repente, e um líquido escorreu, ela tinha tido um orgasmo. Chupei aquele líquido salgadinho e continuei a chupar aquele buraquinho, ainda que a calcinha atrapalhasse um pouco.

 

 

 

Lidiane pediu para que eu a beijasse, o que foi ainda melhor que na primeira vez, com nossas línguas se encontrando. Mamei em suas tetas, enquanto minha mão massageava suas coxas e por sobre a calcinha a buceta. Louco de tesão suspirei no ouvido dela, que queria comer o seu cuzinho. Ela concordou, mas pediu para que eu passasse um creme no meu pau para não doer, pois meu cacete já era bem grande e muito grosso. Achei o creme, enquanto ela se deitou de bruços e arriou a calcinha até os pés. Fiquei louco ao ver aquela bunda, nádegas branquinhas e durinhas.

 

 

 

Afastei as nádegas, encontrei o buraquinho róseo e comecei a chupá-lo, tentando introduzir minha língua nele. Lidiane gemia e pediu para que enfiasse logo o pau, pois estava tendo um orgasmo. Não foi fácil achar posição e jeito para o meu cacete entrar. Pegue o travesseiro e coloque embaixo de mim, sugeriu ela. Feito, a bundinha ficou empinada e meu pinto lambuzado de creme, forçou a entrada do buraquinho. Entrou a cabeça, mas não conseguia penetrar mais. Lidiane ergueu um pouco a bundinha, afastou mais as pernas e o cacete entrou todo. "Dói, amor", disse ela, doía também meu pinto, ralando na passagem estreita. Tirei, passei mais creme e ai ficou mais fácil, entrou mais suavemente. Lidiane pediu para enfiar até o fim, que estava uma delícia. Fiquei com o cacete inteirinho dentro daquele cuzinho, encostando as bolas nas nádegas, enquanto ela tinha um, dois orgasmos. Não agüentei e acabei dentro do buraquinho.

 

 

 

Suspirando pedi, supliquei para que me deixasse comer sua bucetinha. Lidiane disse não, mas não era para valer, pois arregaçou as pernas, quando meu cacete acariciava a parte de dentro de suas coxas. Meu pinto já duro outra vez encontrou a entrada do buraquinho sem dificuldade. Ela estava molhada, melada mesmo e meu cacete entrou sem dificuldade. "Vai devagar bem", pediu ela, "você vai me descabaçar e isto dói".

 

Meu pau entrou um pouco mais, mas era apertado e doía ao raspar nas paredes. Tirei e pus mais uma, duas vezes, sem entrar muito.

 

 

 

Lidiane passou suas pernas por sobre meus ombros e a penetrei de uma só vez, sentindo algo se romper, uma quentura e a mordida em meu peito. Foi fantástico, pois comecei a me mexer e ela também e o buraco se alargou e o prazer foi indescritível. Entrei e sai, enquanto ela suspirava e gemia de tesão.

 

Sem mais forças e quase sem sêmen, acabei sobre sua barriga.

 

 

 

Nos abraçamos e ela disse que não esperava que com alguém tão inexperiente e mais novo fosse perder a virgindade. Ficamos agarradinhos, nos amassando, beijado e apalpando por um bom tempo. Tomamos banho juntos e mais uma vez consegui meter naquele buraco delicioso. Ficamos dentro da banheira, ela em cima de mim, meu cacete dentro dele e ela me beijando. Horas tinham se passado. Ela me beijou, já vestida e voltou para dormir no quarto de minha irmã.

 

 

 

Lidiane voltou a dormir em casa mais algumas vezes, mas só em uma delas deu certo e ela aceitou ser comida por mim. Jussara, minha irmã, um dia me falou que tinha ficado sabendo da aventura e que se sentia feliz por saber que o irmão era bom de cama. Pedi para que ela trouxesse outras amigas, que o tratamento seria o mesmo. Isto aconteceu, mas não merece ser contado, aqui e agora.


Tags:  Irmã Fudendo Buceta
 
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