Seu Pênis Grande e Grosso

Poder cativante

Introspectiva, solitária ela era desde pequena. A mãe às vezes a encontrava pensativa no seu quarto. A cama por fazer. "Que é isso, Drida? Pensando na morte da bezerra? Tá na hora de ir pra escola." Na escola, poucos amigos. Não era aluna brilhante, mas todos sabiam que era inteligente. Quase não falava, mas gostava de ouvir. Talvez tivesse vergonha da voz um pouco rouca. Era invejável a atração que exercia sobre os colegas no condomínio. Tanto rapazes como meninas, num universo dos treze aos dezoito anos, gostavam de lhe contar seus problemas. Sua imagem tranqüila seduzia. Adriana tinha dezessete anos, era morena e seus cabelos bem negros e lisos terminavam nos ombros. Costas largas, alta para a sua idade (quase 1,70m), o olhar sereno dos olhos negros refletiam um certo poder que todos reconheciam. Um corpo de mulher numa figura que transmitia paz. Letícia, com apenas quatorze anos, era quem mais a procurava. Pequena e agitadinha, os cabelos dourados e curtos, algumas sardas no rosto, Letícia chamava atenção pelas pernas grossas, fáceis de adivinhar em "jeans" sempre justos. Ela acreditava que Adriana pudesse ter poderes paranormais. Algumas coisas que lhe aconteciam eram premeditadas pela amiga. Adriana apressava-se em dizer que eram coincidências. Certa vez Adriana lhe contou que uma garota se aproximaria dela de uma forma que a surpreenderia. Letícia ficou intrigada, mas acabou esquecendo. Adriana costumava meditar. Letícia quando a encontrava assim, pensava que estivesse rezando. Gostava de ir à casa de Drida. Achava muita paz naquele ambiente, o local preferido para as suas confidências. Nunca passara da sala. Um sábado, de manhã cedo, Adriana sozinha em casa preparando o café, toca a campainha. "Sua mãe tá dormindo?" "Não, Let, mamãe viajou com minha tia e só volta segunda-feira." Letícia aguardou o convite para entrar. Entrou e logo foi também para a cozinha. "Senta aí. Quer tomar café comigo?" Pôde notar então que Drida vestia apenas uma camisa de malha curta que mal cobria a calcinha. Nunca havia reparado no corpo da amiga, sempre recatada ao vestir-se. Era o corpo de uma mulher feita, as coxas compridas e musculosas, levemente peludas, seios pequenos, as costas largas, bem alvas. Ao virar-se Adriana para trazer o café à mesa, Letícia pôde notar um pouco da penugem espessa que a calcinha não podia esconder. "Quero te contar uma coisa. Estava ontem no banheiro da escola quando Cristina entrou e me beijou na boca, sem que eu pudesse evitar. Lembrei depois do que você disse tempos atrás sobre alguém me surpreender." "E aí, o que você fêz, Letícia?" "Saí correndo. Não entendi nada. Ainda estou um pouco assustada." Adriana era também conhecida pelo fato de não se impressionar à toa com o que lhe contavam. Mas isso aguçava ainda mais a curiosidade dos outros. Letícia queria ouvir o que ela tinha a dizer. "Contou pra alguém?" "Não, Drida, só pra você agora." Na verdade Letícia estava doida para ver a reação da amiga, de quem diziam coisas a respeito de preferir conversar com garotas. "Vem cá, vamos lá pro meu quarto meditar um pouco. Talvez as coisas se clareiem." Letícia conhecia a casa de Drida, mas não o seu quarto. Ao entrar percebeu o leve odor de incenso. A penumbra obtida pela luz do sol filtrada por uma cortina de renda dava um ar que acreditava místico ao ambiente. Sentiu-se bem. "Posso tirar os sapatos, Drida?" "Claro, fique à vontade. Eu não estou?" Sem os sapatos e a saia, sobraram a calcinha e o blusão azul-claro de seda de mangas compridas. Nada demais. Eram duas amigas, apenas duas mulheres. Além disso, apesar de seu jeito meio místico, Drida era tida como careta. Só quando dobrou a saia é que percebeu que a amiga mais velha, sentada na cama, ficara olhando-a despir-se. Notou-lhe também a densa penugem mais exposta, a calcinha empurrada para o lado. "Vem cá, senta aqui." Havia na frase o leve tom de uma ordem, em que pese o som de murmúrio. Drida não deixava de fitá-la nos olhos. Embora um pouco inibida, Let sentou-se na cama, e nesse momento também seus pêlos surgiram, a diminuta calcinha não os podendo conter. Drida olhou disfarçadamente, mas logo voltou a fitá-la nos olhos. A visão do sexo de Drida era maior agora. Os grossos lábios vermelhos, semi-abertos, mal encobertos pela calcinha empurrada para o lado, denunciavam o brilho trazido pelo umedecimento. Ficaram assim por segundos. Foram segundos compridos sem dizerem palavras. Drida com os olhos fixos em Letícia, e esta não conseguindo evitar a contemplação daquela boca peluda, no meio das pernas de Drida, que parecia abrir-se aos poucos. Até que Drida sentou-se mais perto, tomou as duas mãos de Letícia e, puxando-a com firmeza, pousou-lhe na boca os lábios grossos num beijo ardente e demorado. "Foi assim que ela te beijou, Let?" A voz rouca na pergunta contribuiu para o atordoamento. Letícia não conseguiu responder. Voltou a si quando Drida largou uma de suas mãos e tocou delicadamente suas coxas e depois o sexo, por cima da calcinha, enquanto procurava de novo seus lábios para mais um beijo. Foi tudo tão suave e repentino que Let não conseguiu reclamar, que fará entender. Afinal, Drida sempre sabia o que estava fazendo. Let deixou-se conduzir, as sensações eram incrivelmente deliciosas. "Coloca a mãozinha na minha buceta, Let. Passe o dedo ao longo da fenda.", agora totalmente aberta e encharcada. Let obedeceu e sentiu imediatamente a mão de Drida afastar a sua calcinha e apertar-lhe com força a vagina. Mais um pouquinho de força e o dedo médio de Drida começou a querer penetrá-la. "Ah, ah, ah." A cabeça de Let pendia para trás. Drida aproveitou-se para deitá-la na cama, tirar-lhe a calcinha e subir na menina, metendo suas coxas entre as dela, procurando desinibidamente esfregar o seu sexo contra o de Letícia. "Isso, fode gostoso putinha, fode gostoso.", a voz de Drida, estranhamente mais rouca. Letícia notou de repente que estava mexendo-se na cama, rebolando, para facilitar os movimentos da amiga sobre ela. Instintivamente colocou suas mãos pequeninas nas ancas de Drida, procurando aumentar a pressão exercida sobre sua própria vagina, as pernas bem separadas. Ficaram assim por muito tempo, talvez duas horas, imaginou. Depois disso adormeceu, ou desmaiou. Quando acordou, Adriana estava de pé, ao lado da cama, impecável numa calça "jeans" preta e um blusão amarelo-claro. Os cabelos penteados, um riso sacana no rosto. E um suco de laranja na bandeja de prata com biscoitos amanteigados e guardanapos brancos. Desse momento até se despedirem não trocaram qualquer palavra sobre o ocorrido.


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