Emagreça agora

A minha cunhadinha Carente
Oi gente. Meu nome é Marcelo, tenho 34 anos, sou moreno, 1,80m 77Kg.

Sou empresário da área de informática no Rio de Janeiro e sou casado há 3 anos.

O fato que vou narrar aconteceu há 2 semanas atrás.

Minha esposa tem 23 anos e nossa relação na cama sempre foi muito boa.

Porém, ela está grávida de 8 meses, e desde os 5 meses ela está impedida pela médica de fazer sexo.

Como nunca fui muito de pular a cerca, já fazia uns 3 meses que eu tava na secura e tendo que me aliviar na mão mesmo. hehehe.

Como estamos reformando nosso apartamento, estou morando na minha sogra faz uns 2 meses.

Desde então, venho convivendo mais intensamente com minha cunhada que mora na mesma casa.

O nome dela é Vanessa. Diferente da minha esposa que é baixinha, Vanessa é alta, ruiva, tem uma bunda média mas bem gostosinha, tem um peitão que deixa qualquer um com água na boca. Tem uns olhinhos pequenos e um jeito meio hippie, fala mansa, ... É super gente boa e sempre nos demos muito bem.

Conheci ela antes de conhecer minha esposa e sempre tive tesão por ela. Mas como pouco tempo depois comecei a namorar minha esposa, nunca tentei nada com ela.

Apesar do jeito manso de falar, sempre achei que ela fosse um vulcão na cama.

E no fim das contas eu estava certo.

Ela é mais velha que minha esposa. Tem 32 anos, e mesmo tendo tido vários namorados, nunca se casou.

Ela terminou com o namorado faz uns 6 meses e desde então voltou a vida social de mulher solteira.

Vejo sempre ela saindo, indo pras baladas, voltando tarde pra casa, mas nunca ficando sério com ninguem.

Ultimamente, estava notando um comportamente diferente nela.

Toda hora na geladeira procurando doces, sorvetes, chocolates, ...,

E sabe como é, mulher quando começa a comer muito doce é porque está carente.

E eu, morando na mesma casa, vendo ela de camisola sem sutian, shortinho, pernas e barriguinha pra lá e pra cá já tava ficando doido.

Tinha que bater umas 2 punhetas por dia pra aguentar.

Minha esposa sempre dorme cedo e eu fico até mais tarde na sala vendo TV.

Na casa moramos eu, minha esposa, minha cunhada, minha sogra e meu sogro.

Numa sexta-feira tarde da noite, tava eu por na sala vendo TV. Tava só de short e sem camisa por causa do calor.

Apesar da idade, consigo manter o mesmo corpo sarado que tinha nos meus 20 anos. Para isso malho e corro 5 vezes por semana.

Minha cunhada tinha saído pra um forró e chegou em casa por volta de 2 da manhã.

Quando ela entrou e me viu na sala, veio puxar conversa. Me disse que o forró tava bem animado, dançou com um monte de caras mas não ficou com ningúem.

Ela tava com uma sainha curta e uma blusa bem decotada que deixada aqueles peitões bem apetitosos.

Perguntou que filme eu tava vendo e sentou no chão e ficou assistindo comigo.

Eu, a essa altura, já tava com um tesão enorme. Mas não tava pensando em tentar nada com ela. Primeiro, porque ela sempre foi muito séria e segundo porque minha esposa, minha sogra e meu sogro estavam dormindo em seus quartos.

Ficamos ali conversando e percebi que ela já tinha bebido um pouquinho além da conta pois tava falando meio enrolado e toda soltinha.

Na TV não tava passando nada muito interessante e fiquei mudando de canal pra ver se tinha alguma coisa interessante pra gente assistir.

Na madrugada sempre passa uns filmes de sacanagem na TV a cabo. Quando coloquei em um canal tava mostrando uma mulher e um cara no sofá conversando.

Sabe aquela cena típica de filme pornô que mostra o pessoal conversando e na cena seguinte já tão pelados mandando ver?

Deixei no canal e de uma hora pra outra a cena mudou e já tava o cara metendo na mulher de 4 e ela gritando de prazer.

Na hora fiquei meio sem graça, mas pra quebrar o gelo fiz uma piada e mudei de canal.

Ela tava sentada no chão e eu deitado no sofá. Nossas cabeças estavam bem próximas e quando mudei de canal, derepente ficou um silêncio.

Ela virou a cabeça pra trás e me olhou no fundo dos olhos.

O beijo saiu naturalmente. Começou de forma suave e foi ficando mais intenso.

Puxei ela pra cima do sofá e ela ficou sentada em cima de mim.

Peguei nas coxas dela e ela ficou me olhando. Puxei ela pra perto de mim e comecei a beija-la novamente, mas agora de forma mais voraz.

Ela ficou com o corpo bem colado ao meu e com meu pau já grudado na buceta dela.

Passei a mão nas pernas dela e fui subindo até a bunda. A essa altura ela já tava com um tesão enorme e eu quase estourando dentro do short.

Ficamos naquele amasso forte por alguns minutos. Eu já louco, segurei firme na calcinha dela, que era bem pequenininha, e puxei com tudo.

A calcinha se rasgou e veio inteira na minha mão. Nessa hora a mulher se transformou.

O olho dela ficou com um brilho febril tamanho o tesão que ela tava sentindo.

Acho que tinha uns 6 meses que ela não transava e mesmo assim acho que o ex-namorado dela não satisfazia ela totalmente.

Ela soltou um gritinho, que no silêncio da madrugada pareceu ecoar pela casa inteira.

Nessa hora, acho que ela caiu em si e viu o perigo da situação. Começou a dizer que aquilo era loucura e que nós devíamos parar.

Se levantou, pegou a calcinha toda rasgada, arrumou a roupa e foi pro seu quarto dormir.

Eu fiquei ali na sala com o caralho arrebentando dentro da calça querendo bombar dentro de uma bucenta quentinha e molhadinha.

Não sei o que me deu na hora, mas não tava a fim de parar por ali.

Me levantei e fui atras dela. Na altura da cozinha, agarrei ela por tras e fui levando ela pra área de serviço.

Nessa hora ouvimos um barulho vindo do quarto dos pais dela. Ouvimos passos dentro do quarto e alguém batendo a porta do banheiro da suite.

Puxei ela pra junto da parede. Ela de costas e eu atras dela.

Tava tudo escuro e aquele silêncio típico da madrugada combinado com o frio da parede de azulejo, deixava um clima de tesão imenso no ar.

Nós ali, paralizados, sem nos mexermos e sem fazer nenhum barulho com medo de sermos descobertos pelo pai ou mãe dela que estava no banheiro.

Meu pau tava encaixadinho no meio da bunda dela.

Não se ouvia nenhum barulho, somente as nossas respirações ofegantes.

Comecei a apertar ela contra a parede fazendo ela sentir aquele caralho grande e rígido pressionando a sua bunda.

Passei a mão por entre as suas pernas e comecei a subir procurando a buceta dela. Tinha me esquecido que ela estava sem calcinha.

Ao tocar na sua buceta quente e úmida ela deu um gemido baixinho que me deixou louco.

Ela tentou sair daquela posição dizendo que alguém poderia pegar agente ali.

Eu não disse nada e enfiei 2 dedos bem fundo na xana dela e comecei um movimento de vai e vem. Nessa hora ela se entregou ao tesão, abriu as pernas e começou a rebolar devagarzinho.

Eu peguei ela pelo cabelo, puxei a cabeça dela pra tras e comecei a falar um monte de baixaria no ouvido dela enquanto socava na xana dela, agora com 3 dedos enfiados.

Ela gemia e rebolava cada vez mais louca de tesão.

Eu rapidamente puxei meu short pra baixo deixando meu caralho grande e brilhante finalmente livre.

Tirei a mão da buceta dela e virei ela de frente.

Ela me olhando com a boca aberta e levemente trêmula de tanto tesão.

Quando viu meu pau em riste com a cabeçorra enorme e brilhante, a boca dela chegou a salivar.

Ficou de joelhos, segurou ele com as duas mãos e começou um boquete maravilhoso.

Segurei ela pelo cabelo e fiz ela ficar me olhando enquanto chupava o meu pau.

Ficamos ali por alguns minutos, mas como eu não queria gozar ainda trouxe ela pra cima e a beijei calorosamente. Tiramos as nossas roupas e fiquei ali admirando aquele corpo lindo iluminado apenas pela luz da rua que entrava pela janela da área de serviço.

Comecei a chupar aqueles peitões lindos, segurando e alternando entre um e outro.

Sentei ela no tanque de louça, e comecei a chupar ferozmente aquela xana depiladinha.

Chupei com gosto e ela começou a se contorcer e a gemer baixinho.

Ela segurou no meu cabelo com tanta força que vi que ela estava se controlando para não gritar loucamente.

Na empolgação, enfiei o polegar no cu dela e continuei chupando a xana loucamente.

Nessa hora o tesão foi tão grande que ela não aguentou e soltou um grito tão forte, que até hoje não sei como não acordou ninguém dentro da casa.

Com o grito parei de chupar a buceta e levantei a cabeça. Ela não tava nem aí com o grito.

Olhou pra mim e me falou: Me come!! Não aguente mais. Quero senti esse caralho gostoso dentro de mim agora!!

Eu virei ela de costas, ela colocou a mão no tanque e arrebitou bem a bunda pra trás.

Eu coloquei as duas mãos na bunda dela e meti de uma vez na buceta.

Comecei a bombar forte com uma mão na bunda e a outra puxando os cabelos dela bem forte.

Ela pegou uma toalha que estava pendurada no varal e colocou na boca pra sufocar os gritos que queriam sair.

Rebolava feito uma louca e eu ficava xigando ela de puta, piranha, vagabunda, ..., o que só fazia ela ficar mais exitada e rebolar cada vez mais rápido.

Derepente senti seu corpo extremesser todo num gozo tão forte que suas pernas bambearam e eu tive que segura-la pra não cair.

Tirei meu pau da buceta e virei ela de frente.

Ela me olhava ofegante e com aquela cara de mulher satisfeita que não trepava daquele jeito há muito tempo.

Como eu não tinha gozado ainda, levantei ela e coloquei-a deitata de frente pra mim numa bancada de granito baixa e longa que ficava na área de serviço.

O contato das costas com a pedra fria fez o corpo quente dela tremer todo.

Fiquei adimirando por um instante aquele corpo nu e passando a mão desde o pescoço, passando pelos seios e barriguinha lisinha toda coberta de suor.

Abri bem as pernas dela, deixando-a toda arregaçada, puxei-a bem pra perto de mim, com as pernas em cima dos meus ombros.

Ela tomou um susto quando coloquei a cabeçorra na portinha do seu cuzinho.

Vi que ela ia falar alguma coisa, do tipo que no cú ela não queria, mas não deu tempo.

Quando ela pensou em abrir a boca soquei meu pau inteiro dentro do cú dela.

Ela me olhou arregalada, mas eu segurei ela bem firme pelos quadris para não deixar ela escapar.

Enfiei o pologar na buceta e esperei ela se acostumar com aquela pemba enterrada no seu cuzinho apertado.

Quando vi que ela já estava acostumada, comecei a bombar devagar sem tirar o dedo da buceta dela.

Fui aumentando o ritmo e vi que ela começou a gostar e rebolar loucamente.

Depois de uns 5 minutos senti o gozo iminente e aumentei o ritmo.

Gozei loucamente naquele cuzinho quente e apertado.

Soltei meu corpo exausto em cima dela e ficamos ali sem falar nada por uns 20 minutos.

Ela me disse que nunca tinha gostado de dar o cú antes e nunca tinha gozado dando o cú. Mas que acha que daqui pra frente vai ficar viciada.

Nos vestimos e fomos dormir. Já era umas 3:30 da manhã quando entrei no meu quarto.

Minha esposa estava dormindo profundamente. Acho que dormi instantaneamente de tão exausto que eu estava.

No outro dia só fui acordar ao meio-dia.

Quando levantei fui até a sala e tava todo mundo sentado almoçando.

Dei um beijo na minha esposa, olhei no fundo dos olhos da minha cunhada e não disse nada.

O interessante é que nenhum de nós dois ficou constrangido depois do acontecido.

Continuamos nos falando normalmente mas até agora não tocamos no assunto.

De vez em quando, quando ela passa pelo corredor de camisola, passo a mão na bunda dela e dou uma apertadinha.

Ela olha pra mim, dá um sorriso, mas não fala nada.

Ando pensando em invadir o quarto dela numa madrugada dessas e repetir a dose.

Mas acho que aquela combinação de medo, frio e tesão reprimido daquela noite, vai fazer aquela trepada única.
 
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